PESSOAS QUE DESCONTAM SUAS FRUSTRAÇÕES NOS OUTROS: Descubra o perfil emocional, temperamento e astrológico e como lidar

 

PESSOAS QUE DESCONTAM SUAS FRUSTRAÇÕES NOS OUTROS:

Descubra o perfil emocional, temperamento e astrológico e como lidar 

 

Existe um padrão silencioso, socialmente normalizado e profundamente destrutivo que precisa ser nomeado.
Ele acontece quando você não resolve a própria dor — e passa a espalhá-la. 💔

Nem todo desabafo é libertação.
Às vezes, o desabafo vira acting out, repetição, contágio emocional e risco real para quem está ao redor.

Este artigo é um convite à consciência — não ao julgamento.


 

Lidar com pessoas que usam os outros como "saco de pancadas" ou como "extensão dos seus problemas" é uma das experiências mais exaustivas que existem. É como se você fosse forçado a aceitar um estágio não remunerado para gerenciar uma crise que você não criou.

Existem nomes e dinâmicas bem específicas para esses dois comportamentos. Vamos analisar como isso funciona e o impacto em quem está do outro lado?


1. O Ataque Gratuito (Deslocamento de Agressividade)

Essa é a pessoa que não sabe lidar com a própria incompetência ou má sorte e "chuta o balde" em quem estiver na frente.

  • O Mecanismo: Na psicologia, chamamos isso de deslocamento. A pessoa está com raiva do chefe ou da dívida no banco, mas como ela não pode gritar com o gerente, ela grita com o amigo, com o parceiro ou com o atendente.

  • A Injustiça: Você se torna o alvo apenas por estar presente. A pessoa usa a grosseria para tentar recuperar uma sensação de poder que ela perdeu nas outras áreas da vida.

2. O Convite para o Caos (Vampirismo e Arrastre)

Este segundo tipo é mais sutil e, muitas vezes, mais perigoso. É a pessoa que não quer apenas desabafar; ela quer que você viva o problema com ela.

  • A "Terceirização" da Culpa: Se ela fez escolhas afetivas ruins ou se endividou, ela busca alguém para ouvir as lamentações em looping. O objetivo não é resolver, é dividir o peso para que ela não precise carregar a responsabilidade sozinha.

  • O Perigo Real: Como você bem mencionou, isso pode escalar para riscos físicos ou sociais. Quando alguém te puxa para uma confusão com ex-parceiros violentos ou esquemas financeiros duvidosos, ela está sendo negligente com a sua segurança.

  • A Armadilha da Empatia: Eles usam a sua bondade contra você. Se você não ajuda ou não "toma as dores", você é visto como insensível, quando na verdade você está apenas tentando manter sua saúde mental intacta.


Por que isso acontece?

Basicamente, falta de autorresponsabilidade. Para essas pessoas, é muito mais fácil acreditar que o "mundo é cruel" ou que "nada dá certo" do que admitir que suas escolhas levaram àquele resultado. Ao te inserir no caos, elas criam uma cortina de fumaça: agora o problema é "nosso", e se algo der errado, a culpa também pode ser dividida.

Nota importante: Quem é in

 

serido nesse contexto sem ter buscado acaba sofrendo um fenômeno de "estresse por tabela". Você começa a ter sintomas de ansiedade e esgotamento por problemas que sequer te pertencem.


Como se proteger?

A palavra de ordem aqui é Fronteira.

  1. Diferencie Desabafo de Depósito: Um amigo desabafa e busca uma luz. Um "caótico" apenas deposita o lixo e espera que você ajude a limpar.

  2. Não aceite o papel de salvador: Se você tentar resolver a vida de quem ama o próprio caos, você vai afundar junto.

  3. O Direito ao Silêncio: Você não é obrigado a ser o consultor financeiro, emocional ou de segurança de ninguém, especialmente de quem não ouve conselhos.

     

1️⃣ O PADRÃO: QUANDO A DOR VIRA DESCARGA EMOCIONAL

Esse comportamento costuma seguir um roteiro claro:

  • Você faz escolhas afetivas ruins e repetidas
  • Permanece na relação por medo, dependência, ganhos secundários ou confusão emocional
  • Não busca ajuda profissional
  • Não toma decisões práticas para sair do ciclo
  • Passa a usar outras pessoas como reguladores emocionais externos

👉 Ou seja: você não elabora a dor — atua a dor.

Na psicanálise, isso é chamado de acting out relacional:
o sofrimento não é pensado, simbolizado ou tratado — ele é descarregado.


2️⃣ PSICANÁLISE: REPETIÇÃO, GOZO E IDENTIDADE NA DOR

Freud já explicava a compulsão à repetição:

  • Você escolhe parceiros parecidos
  • Revive o mesmo roteiro
  • Reclama, sofre, mas não rompe

Por quê?

Porque pode existir um ganho inconsciente:

  • Identidade construída na dor (“sou a que sofre”)
  • Sensação de pertencimento pela vitimização
  • Medo do vazio que viria sem o drama
  • Vínculo psíquico com o sofrimento conhecido

⚠️ Quando você chama outras pessoas para ouvir, fofocar ou “se indignar junto”, cria um coral de validação do sofrimento — e o ciclo se mantém vivo.


3️⃣ PSICOLOGIA COMPORTAMENTAL: O REFORÇO QUE PRENDE

Do ponto de vista comportamental:

  • Cada desabafo gera alívio temporário
  • O alívio funciona como reforço negativo
  • O cérebro aprende: “quando reclamo, alivio”
  • Não há incentivo real para mudar a situação

📌 Resultado: você treina o cérebro para reclamar, não para agir.

E quem escuta?

  • Fica drenado
  • Sente impotência
  • Vive tensão constante
  • Pode ser colocado em risco sem consentimento

4️⃣ NEUROCIÊNCIA: CONTÁGIO EMOCIONAL É REAL

Relatos repetidos de violência, conflito e caos:

  • Ativam a amígdala cerebral (alarme emocional)
  • Elevam cortisol (hormônio do estresse)
  • Geram contágio emocional

🧠 Quem escuta passa a viver o estresse como se fosse seu.

Quando há envolvimento com pessoas agressivas, violentas ou manipuladoras, o risco deixa de ser simbólico e passa a ser real.
Você não apenas sofre — expõe terceiros ao perigo.


5️⃣ OS QUATRO TEMPERAMENTOS E O CICLO DA DOR

Esse padrão aparece com mais frequência (não exclusivamente) em:

🔥 MELANCÓLICO DESREGULADO

  • Apego ao sofrimento
  • Culpa excessiva
  • Dificuldade de romper
  • Autossabotagem emocional

💨 SANGUÍNEO IMATURO

  • Fala demais, age de menos
  • Dramatiza
  • Busca plateia
  • Evita responsabilidade

🌊 FLEUMÁTICO PASSIVO

  • Evita conflito
  • Permanece por comodismo
  • Usa terceiros para descarregar tensão
  • Paralisa diante de decisões

⚠️ Sem autoconhecimento, nenhum temperamento sustenta escolhas maduras.


6️⃣ ASTROLOGIA PSICOLÓGICA (SEM FATALISMO)

De forma simbólica e responsável:

  • Lua mal aspectada → dificuldade de autorregulação emocional
  • Vênus em tensão → padrões afetivos repetitivos
  • Netuno forte → idealização, autoengano
  • Plutão disfuncional → atração por relações tóxicas e jogos de poder

📌 O problema não é o mapa.
📌 É não trabalhar o mapa.

Astrologia madura aponta tendências, não sentenças.


7️⃣ O ASPECTO MORAL (QUE PRECISA SER DITO)

Existe uma responsabilidade ética quando você:

  • Não resolve sua situação
  • Não busca ajuda
  • Não sai do ciclo
  • E ainda puxa outros para dentro

Sofrer não dá direito de:

  • Usar pessoas como lixeira emocional
  • Colocar terceiros em risco
  • Normalizar o caos
  • Exigir escuta infinita sem mudança

💡 Empatia não é submissão.


8️⃣ SE VOCÊ ESTÁ AO REDOR DE ALGUÉM ASSIM

Proteja-se:

✔️ Estabeleça limites claros
✔️ Não assuma papel de terapeuta
✔️ Não confronte o agressor
✔️ Não “investigue” situações de risco
✔️ Indique ajuda profissional
✔️ Afaste-se emocionalmente se necessário

Às vezes, o limite é o único espelho possível.


9️⃣ CONCLUSÃO

Quando a dor não é tratada, ela se espalha.
E isso:

  • Destrói a própria pessoa
  • Desgasta relações
  • Contamina ambientes
  • Gera risco real

Cuidar da própria dor é maturidade.
Espalhar a dor é desorganização emocional.

Reconhecer isso não é falta de amor.
É amor com consciência. 🌱


🆘 ONDE BUSCAR AJUDA SEGURA (BRASIL)

Se você sofre violência moral, psicológica ou física, não envolva terceiros leigos.
Busque apoio institucional e profissional:

📞 CENTRAL DE ATENDIMENTO À MULHER — DISQUE 180

🚨 EMERGÊNCIA — POLÍCIA MILITAR

📞 190
Use em situações de risco imediato.

🧠 CVV — APOIO EMOCIONAL

📞 188 (24h, gratuito)
🔗 https://www.cvv.org.br
Escuta qualificada e sigilosa.

🏥 SUS / CAPS

  • Atendimento psicológico e psiquiátrico gratuito
    Procure a UBS ou CAPS mais próximo da sua região.

📌 Importante: envolver amigos, familiares ou colegas pode colocá-los em risco e não substitui ajuda profissional.



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📚 FONTES UTILIZADAS

  • Sigmund Freud — Compulsão à Repetição
  • Carl Jung — Tipos Psicológicos
  • B. F. Skinner — Psicologia Comportamental
  • Daniel Siegel — Neurociência Interpessoal
  • APA — Associação Americana de Psicologia
  • OMS — Violência e Saúde Mental

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